| Jerusalém |
| Turismo - Turismo |
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| Escrito por Minist+erio de Turismo | ||||
| Qua, 20 de Maio de 2009 | ||||
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Jerusalém é uma cidade de intensas emoções, uma cidade que promete uma experiência religiosa e espiritual, excitação e prazer, excursões interessantes e aventuras divertidas. Aqui, junto com os sítios históricos e arqueológicos fascinantes de Jerusalém, há atrações turísticas incríveis e modernas, para todos os amantes da cultura, arte, teatro e música, arquitetura e gastronomia. No centro de Jerusalém se encontra a Cidade Velha, que é cercada por uma muralha e dividida em quatro bairros - judeu, armênio, cristão e muçulmano. Dentro das muralhas se encontram os sítios sagrados importantes das três religiões principais: O Muro das Lamentações, que é sagrado para os judeus, a Igreja do Santo Sepulcro e a Cúpula da Rocha no Templo do Monte. A Praça do Muro das Lamentações é visitada por milhões de fiéis. Aqui, na base da massiva muralha que é o que resta do Templo Sagrado, são oferecidos orações e bilhetes contendo desejos profundos que são inseridos entre as fendas das pedras. Em volta do Muro das Lamentações há outros sítios judeus importantes - os Túneis do Muro das Lamentações, o Centro Davidson especial, o quarteirão judeu com o Cardo maravilhoso e a fortaleza de Davi, erguendo-se com orgulho da sua beleza. Ao sul da Cidade Velha se encontra a Cidade de Davi, de onde a Jerusalém Canaanita e Israelita cresceram. Este é um sítio fascinante, com achados impressionantes, que fornece uma experiência inesquecível. Jerusalém também é muito importante para o cristianismo, pois Para o sudoeste da Cidade Velha se encontra o Monte Zion, onde a Abadia da Dormição foi construída no lugar onde a tradição cristã acredita que Maria passou a sua última noite. A abadia foi construída cerca de 100 anos atrás, e no seu porão há uma estátua da Maria adormecida. Perto da abadia se encontra a Salda da Última Ceia, onde Jesus teve a sua última refeição. O leste da Cidade Velha se encontra o Monte das Oliveiras, onde há outros sítios cristãos importantes e várias igrejas: A Igreja da Ascensão, Pater Noster, Dominus Flevit, Maria Madalena, Guetsêmani, Lázaro e o Monastério de Abraão. De acordo com a tradição cristã, a tumba de Maria se encontra no Vale do Cedron, em baixo do Monte das Oliveiras. Além dos lugares sagrados na Cidade Velha, existem vários lugares charmosos que vale à pena visitar. Há um mercado maravilhoso, que é como uma grande e sensual festa. Aqui você pode comprar cerâmicas decoradas em estilo armênio, lindos colares de contas, roupas autênticas, almofadas bordadas, tapetes coloridos de lã, velas e lindos objetos de vidro, além de inúmeros outros suvenires. Desde o passeio em cima das muralhas da Cidade Velha é possível ver a Cidade Velha e a Cidade Nova. As excursões pelas muralhas também são uma atividade noturna maravilhosa, quando as luzes da cidade brilham, tornando a vista ainda mais inesquecível. O Bairro Armênio tem o seu charme especial, e merecedor de uma visita. A construção dos bairros judaicos da cidade nova começou no fim do século XIX. Alguns dos bairros retiveram o seu charme original e pitoresco, e caminhar entre as casas dá um grande prazer. Alguns desses bairros são Even Yisrael, a Colônia Alemã (Moshava HaGermanit), Yemin Moshe, Me’a She’arim, Machane Yisra’el, Nakhta’ot, Nachalat Shiv’a, Ein Kerem, Komemi’ut, Rechavia, o Bairro Burrário, o Bairro Etíope. Pela cidade há muitos outros locais interessantes e especiais, de diferentes períodos, como o Armon HaNatsiv e o Passeio, o Monte da Munição, o Museu do Memorial do Holocausto Yad Vashem, Mishkenot Sha’ananim, o Monastério da Cruz, o Monastério de Elias e o prédio da YMCA. Entre os sítios mais modernos se encontram o Tribunal Superior, o Museu de Israel, o Zoológico Bíblico, o Knesset, o Monte Hertzel e o mercado de Machané Yehuda com a sua variedade inigualável de excitantes sons, cores, sabores e aromas. Os jovens que gostam de sair à noite adorarão as áreas da vida noturna de Jerusalém: A Colônia Alemã, o centro comercial para pedestres de Ben Yehuda, Nachalat Shiv'a, a Rua Shlomtsiyon HaMalka e o Complexo Russo. As pessoas que gostam de museus alegrar-se-ão em descobrir que em Jerusalém há dezenas de museus cheios de exibições preciosas, como o Museu de Israel, o Museu de História Natural, o Museu de Ciências Boomfield, o Museu Memorial do Holocausto Yad Vashem, o Museu Rockfeller, o Museu das Terras da Bíblia, o Museu de Arte Islâmica, o Museu do Tribunal do Velho Yishuv, o Museu Armênio e o Museu de Arte Judaica Italiana. As crianças desfrutarão do Elevador do Tempo (uma apresentação interativa e tridimensional da história de Jerusalém), o Zoológico Bíblico, Ein Ya'el - que oferece oficinas de artes e artesanatos bíblicos, os túneis do Armon HaNatsiv, os lindos jardins botânicos e as exibições interativas no Museu de Ciência Bloomfield. Como Jerusalém é uma cidade que se tornou o lar para pessoas de crenças, tradições e grupos éticos variados e diferentes, a cultura culinária da cidade tem algo a oferecer para todo mundo. Junto com os restaurantes boêmios gastronômicos, é possível encontrar restaurantes onde a comida é cozida lentamente em fornos antigos, casas de café da moda, restaurantes étnicos, restaurantes de comida rápida e bares que despertam para a vida ao anoitecer. Além de uma abundante variedade de lugares para comer, Jerusalém também tem muitos tipos diferentes de acomodações para turistas, desde hotéis luxuosos a albergues baratos para jovens. Se você quer saber como Jerusalém se tornou este centro de religiões e espiritualidade, e um sítio de peregrinação para milhões de turistas do mundo todo, a resposta começa há milhares de anos atrás. A história de Jerusalém é cheia de guerras e lutas. A sua localização estratégica atraiu muitas nações que a quiseram capturar, e algumas delas governaram a cidade durante vários períodos. A cidade conheceu guerra e paz, amor e ódio, riqueza e pobreza, destruição e renovação, felicidade e dor. De acordo com a tradição judaica, a criação do mundo começou (5766 anos atrás) com a pedra fundamental no Monte Moriá (sob a Cúpula da Rocha no Monte do Templo). Foi ali que foi construída uma cidade real Cana'anita importante (cerca de 4000 anos atrás), e que foi conquistada dos Jebusitas pelo Rei Davi em No final do período do Segundo Templo Jerusalém era uma cidade de grande tensão social e religiosa. Foi durante este período que Jesus pregava em Nazaré. Em 66 d.C. os judeus se rebelaram contra o Império Romano e tomaram Jerusalém. A supressão desta revolta terminou em 70 d.C, e os romanos, liderados por Titus, conquistaram a capital, destruíram completamente o Templo e exilaram os habitantes da cidade. Durante os próximos 60 anos Jerusalém ficou vazia, até a Revolta de Bar Cochba, quando os judeus retornaram por um curto espaço de tempo. Em 135 os romanos construíram e re nomearam a cidade Aelia Capitolina, e barraram os judeus de viver ali. Depois de o Império Romano aceitar o cristianismo em 324 (e depois se tornar o Império Bizantino), Jerusalém, uma vez mais, se tornou uma cidade importante. Os lugares ligados a vida e a morte de Jesus foram localizados e declarados sagrados, e muitas igrejas impressionantes foram construídas, incluindo a Igreja do Santo Sepulcro (a Igreja da Ressurreição) e a "Mãe de todas as Igrejas", no Monte Zion. Em 638 os muçulmanos conquistaram Jerusalém e construíram a Cúpula da Rocha e a mesquita de Al Aqsa cujas construções duraram alguns séculos. Depois da conquista muçulmana, os judeus retornaram a Jerusalém, e em cerca do século X a cidade novamente se tornou a capital espiritual para os judeus da terra de Israel. Os cruzados também quiseram governar Jerusalém. Eles conquistaram a cidade em 1099, massacraram os residentes judeus e muçulmanos, e fizeram de Jerusalém a sua capital. Menos de 100 anos depois, em 1187, os cruzados foram derrotados por Saladin, numa batalha em Chitin. Nesta época os judeus retornaram a Jerusalém e desde então têm estado lá. Em No início do século XIX, dentro das suas muralhas, Jerusalém era uma cidade pequena e negligenciada, e somente quase no final do século (de 1860 em diante) a Cidade Nova começou a crescer, graças à generosidade do filantropo britânico Moshe Montefiori, que financiou a construção de Mishkenot Sha'ananim. O sucesso deste novo bairro levou à construção de mais bairros fora das muralhas. Mais judeus começaram a se mudar para Jerusalém, se tornando a maioria da população em 1873. Em 1917, com o início do período do Mandato Britânico, Jerusalém reteve o seu status de capital do local. Quando Israel foi estabelecida em 1948, Jerusalém foi declarada a capital do estado, e todas as principais instituições governamentais foram construídas aqui. Estas incluem o Knesset (o prédio do parlamento israelense), o Tribunal Superior e as várias Durante a Guerra de Independência, depois de batalhas sangrentas e acordos de cessar-fogo, Jerusalém foi dividida entre Israel e Jordânia, até a liberação da capital na Guerra dos Seis Dias em 1967, quando as duas partes da cidade foram unificadas e Jerusalém se tornou a maior cidade de Israel. Desde o início Jerusalém tem sido a única, uma cidade especial e sem igual no mundo.
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Jesus Cristo viveu e morreu aqui.































